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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Um Dia na Vida de um Sarcoprion

Permiano: um invocado Sarcoprion incomodado com a curiosidade de um Dimetrodon.


Segunda espécie de tubarão pré-histórico em que pensei retratar, depois do Stethacanthus. Na primeira versão do primeiro livro, Sarcoprion aparece apenas em uma página. Na subsequente reformulação, sua participação é estendida para um momento de caçador, disputando a caça com Juca, culminando numa luta. Essa interação tem um pequeno fundo científico, no que diz respeito a provável causa de sua extinção, período Triássico, quando novas formas de vida aquática (ictiossauros) se mostraram predadores mais hábeis, empurrando esse tubarão para extinção.
Contrário a seu primo Helicoprion, que devia predar organismos de reações lentas (como amonites), a anatomia da boca (e resto do corpo) do Sarcoprion permitiu ir a caça de presas igualmente ligeiras, como peixes e lulas. Seu tamanho máximo foi estimado em seis metros. O personagem visto no primeiro livro (ainda sem nome) possui mesmo tamanho de Juca e Hélio (três metros). Um espécime maior é visto no segundo volume, porém trata-se de outro tubarão sem conexão.

Sarcoprion - 1 Versão
Concepção: Sarcoprion não exigiu mais que um rascunho. Enquanto testava que cores dar a cada personagem, sua primeira versão ficou preta com ventre cinza. Também na sua versão inicial não possuía detalhe em sua boca, e o número de dentes era maior. Em ambas as versões, é o único tubarão cujas brânquias são visíveis.

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