link href ='http://fonts.googleapis.com/css?family= THE MILLION MILE MAN' real='stylesheet' type='text/ css'/ Turma do Fundo-do-Mar: 2016 oeydown='return checartecla(event)' >

domingo, 14 de agosto de 2016

ESPECIAL - DIA DOS PAIS

Mioceno: um super zeloso pai Livyatan defende sua cria do assédio de outros predadores. Em seu tempo, dividiu com o Megalodon o posto de predador alfa dos oceanos.

 





Essa historinha tinha tudo para ser voltada para o Dia das Mães, pelo simples fato de não haver provas de que o Livyatan melvillei macho dispensasse qualquer cuidado parental para com os filhotes. Tomando por base o comportamento de cetáceos atuais, a mãe é a provedora/ instrutora e protetora dos filhotes. Os machos na maioria das espécies são solitários, passando boa parte da vida a cruzar os mares. Os personagens aqui retratados aparecerão em futuras histórias, naturalmente ambientada no período em que viveram.

Espécies

Livyatan melvillei estava dado com certo de ser retratado. No total 5 outras criaturas da fauna do Mioceno apareceram.

  • Semirostrum: espécie de toninha com longo maxilar inferior, usado talvez para explorar os sedimentos. No caso um filhote de nome Bicudo foi retratado.
  • Odobenocetops: cetáceo intimamente relacionado ao atual Narval. Sua principal característica eram presas salientes que se projetavam da boca sentido cauda. Alguns espécimes fósseis possuíam uma presa maior.
  • Zygophyseter: Espécie de cachalote raptorial que podia crescer até sete metros. Seu comportamento teria sido similar ao das Orcas.
  • Carcharocles angustidens: Antiga espécie de tubarão. Embora retratado com tamanho incorreto, mais ou menos equiparável ao Zygophyseter, a espécie teria tido um tamanho estimado entre nove e dez metros.
  • Squalodon: Espécie de baleia dentada. Seu tamanho se situava entre sete a nove metros.


Curiosidade


  • Cetotherium estava pensado para fazer parte dos amigos do filhote de Livyatan, mas como a mesma tem uma aparência similar as baleias da subordem Mysticeti (Baleias com Barbatanas) foi trocada pelo Semirostrum.
  • Retratei Zygophyseter ligeiramente maior que seus colegas, embora pelas evidências fósseis das três espécies, o tubarão superaria a Baleia Raptorial por diferença de três metros e a Squalodon por dois.
  • Cachalotes são baleias comumente retratadas com uma coloração escura, entre azul, marrom acinzentado ou mesmo preto. Dada sua natureza inclinada a predação, e o aspecto nada amistoso, dei ao Livyatan melvillei uma cor preta de ventre mais claro.

sábado, 14 de maio de 2016

Um dia na Vida de um Metriorhynchus





































Oceanos do Jurássico. Uma dupla de Metriorhynchus consegue uma segunda chance de ver a luz do dia. Embora não comesse nada maior que o fitoplâncton, qualquer coisa que nadasse a frente da boca de um Leedsichthys, e não fosse rápida o bastante para sair, correria o risco de ser aspirado.



Da ponta do focinho até a cauda em formato de ponta de barbatana, Metriorhynchus mediu entorno de três metros, tamanho bem modesto se o compararmos a outros predadores de seu tempo. Enquanto que atualmente o Crocodylus porosus  (Crocodilo-marinho) é a única espécie conhecida por ser capaz de viver no oceano, no período Jurássico crocodilos-marinhos eram tão comuns quantos os tubarões. Metriorhynchus possuía Glândulas de Sal bem desenvolvidas, que lhe permitiam eliminar o excesso de sal do corpo, o que por sua vez permitia-o beber da água sem riscos.

A interação não intencional aqui apresentada tem base parcial em restos fósseis, no qual aponta que Metriorhynchus foi  um predador oportunista, alimentando-se de tudo que pudesse apanhar e/ ou encontrar, inclusive pedaços beliscados do enorme peixe filtrador Leedsichthys.

Concepção: Um crocodilo, ao desenhá-lo eu meio que dei uma aparência um tanto de jacaré (focinho e olhos protuberantes). A aparência real da cabeça tinha um crânio longo e olhos voltados mais para as laterais. Percorrendo as costas desenhei uma crista escamosa e manchas espalhadas (atributos inexistentes no animal) para dar mais personalidade. Tal qual sua contraparte da vida real, o personagem (ainda sem nome) possui três metros. Na primeira versão o personagem tinha os dedos dos membros dianteiros, interligados por uma pele membranosa. Na reformulação, seus membros tornaram-se nadadeiras, próprias de um animal que vive no elemento aquático. Embora possa parecer óbvio, seu estilo de vida não é conhecido. Se a espécie passava toda sua vida no mar, ou voltava periodicamente a terra para desovar, é pura especulação, uma vez que nenhum material fóssil fornece esse tipo de pista. O que se tem certeza é que foi criado para a vida no mar. 

domingo, 8 de maio de 2016

ESPECIAL - DIA DAS MÃES

Oceanos do Plioceno. Em todo reino animal, não existe força que se iguale ao de uma mãe protegendo seu filho. Felizmente Mega soube reconhecer a autoridade materna.





Temos um vínculo afetivo muito forte com essa pessoa. Um relacionamento construído antes mesmo de virmos ao mundo, quando ela nos carrega por nove longos meses em seu ventre. Nem nascemos e já damos esse trabalhão. Ela tem seu jeitinho todo especial de falar com você, compreendendo-o mais do que imagina. Com poder de observação é capaz de saber quando você está alegre ou triste, detecta problemas como que dotada de um sentido sobrenatural.
Damos trabalho, e como. Tomando decisões impensadas ou agindo de forma prejudicial, andando com más companhias ou teimando em algo errado. Por vezes não queremos ouvir seus conselhos, até brigamos com essa que só quer nosso bem. Por fim engolimos esse orgulho malcriado e reconhecemos o óbvio: ela tinha razão. Mesmo que não digamos, sabemos. Não é por nada que temos esse vínculo especial. Somos parte de sua carne, seu ser. Independente do tempo que vivamos juntos, trate cada dia ao lado dessa pessoa como se fosse o último. Ela merece!



Retomando as postagens do Blog após um período extremamente longo de ausência. Uma parte da explicação tem haver com serviço. Como maioria de nós sabe, arranjar serviço não anda fácil. Para os experiente ou que estão começando, a situação não difere (daqui a pouco trabalho com carteira assinada vai ser artigo de luxo). E nesses tempos de vacas magras é que temos de saber tirar proveito de qualquer boa oportunidade. Foi o meu caso. Acompanhante de um senhor idoso, internado no Hospital do Coração  (HCor). Um serviço puxado e que dado os horários acabei meio que me distanciando do blog. Felizmente o senhor já teve alta e se recupera em casa, sendo bem mais fácil de cuidar. A outra parte do meu afastamento tem um teor mais sombrio (sim, é a palavra certa) que futuramente irei abordar o tema.

Conseguindo normalizar a rotina, essa é a primeira postagem de 2016. Comecei apresentando futuros personagens de outra série que estou a desenvolver. Pode-se achar que o tubarão é ninguém senão Duda com visual repaginado. De fato todos os personagens de Turma do Fundo-do-Mar estão com cara nova, o que não corresponde ao indivíduo do desenho acima. Esse seria o "primo" maior de Duda, que viveu entre 23 e 26 milhões de anos, do Mioceno a fins de Plioceno. O Carcharodon Megalodon, também conhecido por Megalodonte (Mega para os íntimos). Com mínimas diferenças resolvi manter nele a aparência de Duda, em parte dado ao mito popular de ambas as espécies serem consideradas parentes próximos, e em parte porque essa aparência, longe de evocar a imagem assustadora que imaginamos, é perfeita para a história que estou criando. Com 18 metros e 45 toneladas, foi um dos maiores predadores de topo de seu tempo. É de se pensar então quem seria a baleia próxima dele, cujo tamanho é evidentemente maior.


Balaenoptera Sibbaldina: Dentre os animais de reputação lendária, essa espécie não poderia deixar de marcar presença. Próximo de zero se sabe a respeito desse animal. Teria sido um antepassado da Balaenopeta Musculus - ou como popularmente é conhecida, a Baleia-azul. Tá, mas porque esse bicho é tão importante? Até parece que não houveram bichos maiores. De fato certos animais pré-históricos - como os dinossauros, mais precisamente da família dos saurópodes - que teriam superado a baleia em termos de tamanho. Realmente conhecem-se dinos de grandes dimensões, mas qualquer espécie com tamanho acima de 30 metros é estimado, sendo que as espécies da qual conhecemos de material fóssil relativamente completo, tem um comprimento que não excede os 28 metros. Ainda que possa realmente ter havido dinos que ultrapassassem isso, a baleia permanece como a maior criatura que alguma vez já viveu. Aqui se faz necessário dizer que toda espécie animal, viva ou extinta, ou tem ou já teve um equivalente gigante. Não está fora de questão uma baleia azul ainda maior que a espécie viva, sobretudo levando em conta o ambiente rico em presas. O tamanho grande também ofereceria proteção contra predadores. Para a versão que apresentarei na história, estabeleci um tamanho de 35 metros e peso de 200 toneladas. Mesmo para um Megalodonte plenamente crescido apresentaria um desafio cujos riscos (para um caçador solitário) não compensariam. 

domingo, 3 de janeiro de 2016

ESPECIAL DE ANO NOVO





Já se passaram quase três dias desde a entrada de 2016. Seja em que país for, creio que um pensamento é predominante: um ano novo de realizações e prosperidade. Um ano novo em que continuemos na companhia daqueles que são especiais para nós. Um ano novo em que sejamos mais tolerantes com nossos semelhantes. Um ano novo de mais diálogos e menos confrontos. Um ano novo de paz e saúde.





Busquemos um melhor convívio com aqueles com quem dividimos o mundo. Se deixar levar pela raiva é a coisa mais fácil e frequente de ocorrer, com resultados mais que desastrosos. Trate os outros como gostaria de ser tratado. Num mundo já abarrotado por todo tipo de conflitos (políticos/ religiosos/ étnicos/ culturais/ etc) não precisamos e nem devemos dar nossa contribuição.