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sábado, 14 de maio de 2016

Um dia na Vida de um Metriorhynchus





































Oceanos do Jurássico. Uma dupla de Metriorhynchus consegue uma segunda chance de ver a luz do dia. Embora não comesse nada maior que o fitoplâncton, qualquer coisa que nadasse a frente da boca de um Leedsichthys, e não fosse rápida o bastante para sair, correria o risco de ser aspirado.



Da ponta do focinho até a cauda em formato de ponta de barbatana, Metriorhynchus mediu entorno de três metros, tamanho bem modesto se o compararmos a outros predadores de seu tempo. Enquanto que atualmente o Crocodylus porosus  (Crocodilo-marinho) é a única espécie conhecida por ser capaz de viver no oceano, no período Jurássico crocodilos-marinhos eram tão comuns quantos os tubarões. Metriorhynchus possuía Glândulas de Sal bem desenvolvidas, que lhe permitiam eliminar o excesso de sal do corpo, o que por sua vez permitia-o beber da água sem riscos.

A interação não intencional aqui apresentada tem base parcial em restos fósseis, no qual aponta que Metriorhynchus foi  um predador oportunista, alimentando-se de tudo que pudesse apanhar e/ ou encontrar, inclusive pedaços beliscados do enorme peixe filtrador Leedsichthys.

Concepção: Um crocodilo, ao desenhá-lo eu meio que dei uma aparência um tanto de jacaré (focinho e olhos protuberantes). A aparência real da cabeça tinha um crânio longo e olhos voltados mais para as laterais. Percorrendo as costas desenhei uma crista escamosa e manchas espalhadas (atributos inexistentes no animal) para dar mais personalidade. Tal qual sua contraparte da vida real, o personagem (ainda sem nome) possui três metros. Na primeira versão o personagem tinha os dedos dos membros dianteiros, interligados por uma pele membranosa. Na reformulação, seus membros tornaram-se nadadeiras, próprias de um animal que vive no elemento aquático. Embora possa parecer óbvio, seu estilo de vida não é conhecido. Se a espécie passava toda sua vida no mar, ou voltava periodicamente a terra para desovar, é pura especulação, uma vez que nenhum material fóssil fornece esse tipo de pista. O que se tem certeza é que foi criado para a vida no mar. 

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