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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Um dia na Vida de um Cretoxyrhina

Um "drama" do Cretáceo tardio; um Cretoxyrhina faz uma má investida, o que por sua vez permite a fuga de dois Mosassauros. Enquanto coexistiram, a relação entre ambos variou com hora um sendo a presa, hora predador. 



































Seu nome deriva de duas palavras; creto (Cretáceo) e Oxyrhina (Nariz Pontudo). Do seu período (fase Cenomoniano, início do Cretáceo superior, para o Campaniano) foi o maior peixe predador, crescendo para chegar a incríveis 7 metros e peso de uma tonelada e meia (igualando-se ao moderno tubarão-branco, e superando em 2 a 3 metros seus contemporâneos, SqualicoraxCardabiodon). Embora não fossem nenhuma novidade nos mares, a aparência de Cretoxyrhina indicava a evolução dos tubarões que assumiriam a forma clássica com que conhecemos o grupo. 
Cretoxyrhina tinha o tamanho, a força e agressividade suficientes para ir à caça de qualquer animal do ambiente marinho e "acima". Aves não voadoras como Hesperornis seriam o equivalente a um hambúrguer. Mesmo os ossudos Pterossauros que por infelicidade caíssem no mar, também seriam consumidos. Outros peixes predadores como Xiphactinus, que apresentavam tamanho semelhante ao tubarão, não escapavam de sua fome. Tartarugas como o Protostega e Archelon também integravam o cardápio, embora o último plenamente crescido ostentasse uma blindagem que poriam à prova a eficácia dos dentes do tubarão ginsu. Até os senhores dos oceanos da época, os Mosassauros, não estavam 100% a salvo do apetite voraz, principalmente os indivíduos jovens.

Concepção: Enquanto a história ganhava rumo, Cretoxyrhina não estava pensado para aparecer em nenhuma cena. Inclusive, pensei em utilizar um Helicoprion gigante.
Um dos poucos que não foram feitos muitos rascunhos. Para ser honesto, usei de molde Duda, o Tubarão Branco e personagem de Turma do Fundo-do-Mar. Entre as diferenças estão manchas nas extremidades de suas nadadeiras, além de uma fenda em sua cauda. Tem o tamanho máximo que sua contraparte verdadeira (sete metros). 

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